Artigos sobre Netnografia, Etnografia Virtual e Autonetnografia

autonetnografia

AMARAL, Adriana. Autonetnografia e inserção online: o papel do pesquisador-insider nas práticas comunicacionais das subculturas da Web. Fronteiras-estudos midiáticos, v. 11, n. 1, p. 14-24, 2009. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/5037. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

BRAGA, A. Etnografia segundo Christine Hine: abordagem naturalista para ambientes digitais. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação | E-compós, v. 15, n. 3, set./dez.2012. Disponível em: http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/856/638. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

CAMPANELLA, Bruno. Por uma etnografia para a internet: transformações e novos desafios. MATRIZes, v. 9, n. 2, p. 167-174, 2015. Disponível em: http://www.matrizes.usp.br/index.php/matrizes/article/view/705. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

ESPINOSA, H. 2007. Intersticios de sociabilidad: una auto-etnografía del consumo de TIC. Athenea Digital. Disponível em: atheneadigital.net/article/view/448/374. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

GUTIERREZ, Suzana. Professores Conectados: trabalho e educação nos espaços públicos em rede. 2010. 277 f. Tese (Doutorado em Educação). Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/28792. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

HINE, Christine. Etnografía virtual. Barcelona: Editorial UOC. Colección Nuevas Tecnologías y Sociedad. 2004. Disponível em: www.uoc.edu/dt/esp/hine0604/hine0604.pdf. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

KOZINETS, Robert V. Netnografia: realizando pesquisa etnográfica online. Penso Editora, 2014. Disponível em partes no Google Books.

POLIVANOV, Beatriz Brandão. Etnografia virtual, netnografia ou apenas etnografia? Implicações dos conceitos. Esferas, v. 1, n. 3, 2014. Disponpivel em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/article/view/4621. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

FRAGOSO, Suely ; RECUERO, Raquel ; AMARAL, Adriana . Métodos de pesquisa para Internet. 1. ed. Porto Alegre: Sulina, 2011.

metodos e tecnicas de pesquisa na internet

WALL, S. 2006. An autoethnography on learning about auto-ethnography. International Journal of Qualitative Methods, 5(2). Disponível em: http://www.ualberta.ca/~iiqm/backissues/5_2/pdf/wall.pdf. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

Sobre formação de professores: Interdisciplinaridade e Tecnologia

Participei da formação pedagógica da Escola Estadual Educação Básica Padre Pedro Marcelino Copetti em Ivorá/RS.

Trabalhar com formação de professores sempre me faz muito bem, sempre aprendo muito em cada escola que vou… Nessa em especial fui muito bem acolhida pelo grupo de professores, que participaram da proposta de trabalho compartilhando com o grupo suas ideias e atividades realizadas.

Falar sobre tecnologias na educação é sempre um desafio, um cenário em constante mudança, uma distância entre os discursos dos livros e dos relatos que ganham destaque e as condições materiais das escolas, tempo para um bom planejamento e um trabalho interdisciplinar que as vezes não é suficiente.

Ainda assim, acredito que é possível fazer um trabalho de mobilize e integre estudantes e professores em projetos autorais, fotografias, videos, blogues, narrativas…

Alguns temas trabalhados na formação:

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E ao final da formação ganhei essa lindeza de livro “Memórias e identidade de um povo”, resultado de três anos de estudos e pesquisa realizado por duas turmas do Ensino Médio Politécnico da Escola.

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“Escrever marca o vivido e sonha o viver. Recupera sua palavra. Toma posse efetiva do seu fazer. Ao escrever o vivido, ele nomeia a experiência e, ao nomeá-la, inscreve-a no circuito da história.” (OSTETTO, 2012, p, 32).

Sobre Martha Nussbaum

Martha Craven Nussbaum é uma filosofa estadunidense que escreve sobre ética, feminismo, justiça social.

Documenrário sobre o belo e a consolação:

Artigos em Portugues:

NUSSBAUM, Martha. Capacidades e Justiça Social. Deficiência e Igualdade. Brasilia: Letras Livres. 2010.

NUSSBAUM, Martha C. Educação para o lucro, Educação para a Liberdade. Revista Redescrições – Revista on line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-americana. Ano I, número 1, 2009.

Lista de artigos de Axel Honneth traduzidos em português

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HONNETH, Axel. As enfermidades da sociedade: Aproximação a um conceito quase impossível. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 15, n. 4, p. 575-594, 2016. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/22520

HONNETH, Axel. Barbarizações do conflito social: lutas por reconhecimento ao início do século 21. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 14, n. 1, p. 154-176, 2014. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/16941

HONNETH, Axel. Reconhecimento como ideologia: sobre a correlação entre moral e poder. Tradução de Ricardo Crissiuma. In:
Revista Fevereiro. julho de 2014. Disponível em: http://www.revistafevereiro.com/pag.php?r=07&t=09

HONNETH, Axel. Educação e esfera pública democrática: um capítulo negligenciado da filosofia política. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 13, n. 3, p. 544-562, 2013. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/16529

HONNETH, Axel. O eu no nós: reconhecimento como força motriz de grupos. Sociologias, v. 15, n. 33, 2013. Disponível em: http://www.seer.ufrgs.br/sociologias/article/view/42432/0

HONNETH, Axel.Abismos do reconhecimento: o legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 13, n. 3, 2013. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/16530

HONNETH, Axel; ANDERSON, Joel. Autonomia, vulnerabilidade, reconhecimento e justiça. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, n. 17, p. 81-112, 2011.Disponível em: http://www.revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/64839/0

HONNETH, Axel. Reconhecimento entre estados: sobre a base moral das relações internacionais. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 10, n. 1, p. 134-152, 2010.Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/7131

HONNETH, Axel. A textura da justiça: sobre os limites do procedimentalismo contemporâneo. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 9, n. 3, p. 345-368, 2009. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/6896

HONNETH, Axel. Trabalho e reconhecimento: tentativa de uma redefinição. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 8, n. 1, p. 46-67, 2008. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/4321

HONNETH, Axel. Observações sobre a reificação. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 8, n. 1, p. 68-79, 2008. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/4322

HONNETH, Axel.O capitalismo como forma de vida fracassada: esboço sobre a teoria da sociedade de adorno. Revista Política &Trabalho, v. 24, 2006. Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/politicaetrabalho/article/view/6599

HONNETH, Axel. Patologias da liberdade individual. Novos Estudos, n. 66, p. 87, 2003. Disponível em:http://novosestudos.org.br/v1/files/uploads/contents/100/20080627_patologias_da_liberdade.pdf

 Para sugestões entre em contato: snvanessa@gmail.com

Vídeo- Direito da Liberdade: Dilemas da Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth

Vdeo do painel Direito da Liberdade: dilemas da teoria do reconhecimento de Axel Honneth, com:

Emil Sobottka (Ciências Sociais PUC RS )
Cinara Rosenfield (Ciências Sociais UFRGS)
Felipe Gonçalves Silva (Filosofia UFRGS)
José Vicente Tavares dos Santos (ILEA UFRGS)

O evento aconteceu no dia 15/12, às 14h, no auditório do ILEA na UFRGS.

 

Vídeos das palestras do Simposio Reconocimiento Justicia y Comunicación – Axel Honneth

O Simpósio Internacional Reconocimiento, Justicia y Comunicación aconteceu em outubro de 2015 na Pontificia Universidad Javeriana de Cali na Colômbia.
No site do evento tem mais informações: http://proyectos.javerianacali.edu.co/simposiorecono/justicia_y_reconocimiento.html
Um ótimo material para quem pesquisa Axel Honneth ou tem interesse nas Teorias da Justiça e Teoria Crítica.
Abaixo os vídeos completos das palestras disponibilizados pelo evento no youtube:

El papel de la sensibilidad moral en la teoría del reconocimiento de Axel Honneth
Dra. Ángela Calvo de Saavedra.


En el debate ético y político contemporáneo la sensibilidad moral ocupa un papel cada vez más significativo, en virtud de la comprensión de la vulnerabilidad como condición de la existencia humana, condición que determina la construcción intersubjetiva de la identidad personal y nos expone a los efectos del aprecio o desprecio que recibimos en las interacciones cotidianas. El propósito de la conferencia es presentar de manera sistemática el lugar que Honneth otorga a la sensibilidad moral:

    • I) en el fenómeno moral, como indicador del daño moral;
    • II) en la motivación política, como potencial impulsora de las luchas por el reconocimiento;
    • III) en la justificación moral, como horizonte que orienta el sentido de las obligaciones morales.

El déficit sociológico y las tradiciones filosóficas
Dr. Delfín Ignacio Grueso Honneth


Tanto cuando toma distancia frente a la obra de Jürgen Habermas, como cuando debate con Nancy Fraser, incluso cuando retoma los desarrollos hegelianos en torno al reconocimiento, Axel Honneth saca a colación el déficit sociológico de estos filósofos. Esto ha sido una constante en la tradición Teórico-crítica (de alguna forma fue esa la corrección que hicieron los padres de la Escuela de Frankfort con respecto al marxismo ortodoxo y la que hizo Habermas con respecto a Horkheimer y Adorno). En mi conferencia trataré cómo esta cuestión no puede tener la misma relevancia cuando se trata de dar cuenta de esfuerzos que, hablando de injusticias, conflictos y reconocimiento, se dan al otro lado del Atlántico, incluso si ellos pretenden honrar los marcos de la tradición teórico-crítica (como en el caso de Iris Young y Nancy Fraser). En fin, defender el modo de hablar de esas cosas desde otra perspectiva teórico-social.

Justicia y reconocimiento. Sobre el fundamento moral de la crítica de la sociedad
Dr. Miguel Giusti

La conferencia se ocupará de la cuestión del fundamento de la normatividad moral de la crítica de la sociedad. Me apoyaré, para ello, en algunas de las tesis que defiende Axel Honneth en su último gran libro sistemático, El derecho de la libertad, aunque las abordaré prestando atención específicamente al problema de fondo que menciono. En un primer momento, mostraré que la tesis de Honneth sobre la preeminencia del reconocimiento sobre la justicia, en la que sigue insistiendo, reposa ahora con más claridad sobre un tercer elemento, a saber, sobre la interpretación del concepto de libertad. Qué entendamos por justicia es algo que depende, pues, de lo que entendamos previamente por libertad, pero siendo la libertad una noción de contenido variable a lo largo de la época moderna, solo una visión orgánica o comprehensiva de la misma –como la que ofrece el concepto de reconocimiento (o de libertad social)– podrá, en su opinión, proveernos de un sentido cabal de la justicia (de la justicia social). En un segundo momento, fijaremos la atención sobre el problema metodológico que trae consigo la caracterización conceptual de este modelo de libertad social, es decir, sobre el hecho de que ella pretenda obtenerse no por medio de una “construcción” postulatoria de principios universales, sino por medio de una “reconstrucción normativa” de los valores ya contenidos en las instituciones de la sociedad. Veremos cuáles son los momentos centrales de esta opción metodológica que Honneth extrae de un diálogo polémico con la posición de Hegel. Finalmente, en un último paso, nos ocuparemos más específicamente de la fuente de la normatividad de esta concepción del reconocimiento. Expondremos y discutiremos entonces lo que Honneth propone como un “movimiento en espiral” (Spiralbewegung) de la crítica social.

Favelas y el derecho a la ciudad. Movilización política y reconocimiento de derechos
Dr. Rafael Soares Gonçalves

Esta contribución pretende comprender el proceso histórico de construcción del derecho a la ciudad de los favelados, que es, sobre todo, la lucha por el derecho a permanecer. El objetivo es por lo tanto para entender las diferentes formas de acción y organización de los movimientos sociales urbanos en las favelas de Rio de Janeiro y cómo contribuyeron en la consolidación del derecho a la ciudad en la agenda política.

Potencial y límites de la justicia como reconocimiento una mirada crítica a la obra de Axel Honnet
Dra. Ana Fascioli

Resistencia no violenta y reconocimiento: El caso de San Jose de Apartado
Dra. Elizabeth Lozano

Esta ponencia examina la experience de la Comunidad de Paz de San Jose de Apartado., en 14 anos de resistencia noviolenta a los actores armados colombianos. Especificamente discutiré las estrategias discursivas y las practicas cotidianas que la comunidad realiza de manera consciente e inconsciente para afirmarse en su identidad y en su derecho a ser reconocidos colectivamente como una comunidad autónoma. La ponencia estará basada en mi experiencia etnográfica en la comunidad y en mi propia reflexion desde la praxis de la noviolencia.

Panel de comunicación y reconocimiento

Comunicación y reconocimiento: experiencias situadas sobre jóvenes, indígenas, víctimas y líderes comunitarios
Ponencia: Elementos de comunicación social y reconocimiento durante el surgimiento del barrio El Retiro (Distrito de Aguablanca, Cali, Colombia) en los años 80 Dr. Ricardo Rodríguez Quintero
Ponencia: Intervenciones urbanas en las favelas en el contexto de los juego olímpicos y la valorización del suelo urbano. Dr. Rafael Soares Gonçalves
Ponencia: Configuración de un lenguaje moral sobre el reconocimiento político en el resguardo Wasiruma Carlos Andrés Tobar Tovar
Ponencia: Dinámicas de reconocimiento y menosprecio en jóvenes pertenecientes a diversas culturas juveniles en su experiencia de habitar un parque. Mónica Marión Cataño