Mídias e Educação #PedagogiaEadUfsm

Artigos:

YouTube na Educação o uso de vídeos em EaD – João Mattar
O vídeo na sala de aulaJosé Manuel Morán
YOU TUBE: uma opção para uso do vídeo na EAD – Saulo Caetano e Gilse Morgental Falkembach
Como utilizar vídeos na educação móvel

Vídeos:

Café com Blog – “Como as mídias influenciam no comportamento infantil?”
https://youtu.be/YFKYlSl0p2s

Mídia e Educação – Conexão Futura
https://youtu.be/U8ZsKvRFqxg

Teoria Crítica e a Indústria Cultural
https://youtu.be/mLmw6JaJNlc

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Palestra sobre Tecnologias cotidianas e suas consequências

Jornada Acadêmica de Sobradinho

Material para aula de Fotografia e Educação

Material didático:  Fotografia e leituras de mundo: arte e educação

Vídeos:

Ateliê de Fotografia: Um Olhar Sensível para a Infância – André Carrieri

Artigos:

A arte como linguagem um olhar sobre as práticas na educação infantil

Coleção Didática e Práticas de Ensino_Parte II

Interações_onde está a arte na infância

O Grafite e as Artes na Educação Infantil

Material para aula sobre Redes Sociais e Educação #MetodologiasCriativas

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Artigos:

A antropologia digital é o melhor caminho para entender a sociedade moderna – Daniel Miller

Tese: Relações sociais de Reconhecimento Intersubjetivo Virtual na formação de professores a distância.

NOGUEIRA, Vanessa dos Santos. Relações sociais de Reconhecimento Intersubjetivo Virtual na formação de professores a distância. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Pelotas, 2016.

Esta pesquisa tem como objetivo a interpretação das relações sociais de reconhecimento intersubjetivo, valendo-se de espaços virtuais, especificamente em um curso de formação de professores, na modalidade de Educação a Distância (EAD), no âmbito do Sistema da Universidade Aberta do Brasil (UAB). A base teórica que guia a investigação está na luta pelo reconhecimento, proposta pelo filósofo alemão Axel Honneth. Para confrontar a fundamentação teórica, houve um trabalho empírico, cujo locus foi o ambiente virtual de aprendizagem Moodle, tendo como público os estudantes do Curso de Pedagogia a Distância da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no âmbito da UAB. A coleta de dados para base empírica decorreu de Entrevista Semiestruturada On-line com os estudantes do referido curso e de uma Autoetnografia Virtual. A organização dos dados para análise contou com o apoio do Software NVivo. A interpretação do corpus ocorreu por meio da Análise Textual Discursiva. Como resultados e discussões das análises dos dados, pode-se inferir que a internet enquanto artefato cultural de reconhecimento oferece recursos de interação que podem tanto reforçar padrões culturais antigos, quanto compor novos arranjos de relações sociais. O espaço virtual da internet configura um lugar de reconhecimento no curso pesquisado. Os sujeitos apresentam traços das três esferas de reconhecimento intersubjetivo, o amor, o direito e a estima social. Elas funcionam de forma entrelaçada, bem como vivências de reificação e sintomas de patologias sociais. Os estudantes demostraram a partir das entrevistas uma trajetória de luta por um projeto de bem viver, no qual ser aluno da EAD numa universidade pública caracteriza-se como uma conquista. Ao ocuparem o espaço virtual do curso, eles passam por período de adaptação, de aprendizagem dessa nova forma de comunicar. Dessa maneira, estabelecem relações práticas de autoconfiança, autorrespeito e autoestima. Nesse sentido, entende-se que o virtual apresenta especificidades na forma de relacionamento dos sujeitos que diferem da vida presencial, com potencial para qualificar os espaços de formação de professores, mas também, pode apresentar uma comunicação superficial e com falhas. Tais variações ocorrem na percepção dos estudantes pela ausência da presença física do outro e a superficialidade dos discursos dos professores e tutores. Contudo, acredita-se que o virtual e o presencial complementam-se. Por fim, o Reconhecimento Intersubjetivo Virtual é constituído com base em um movimento espiral de aprendizagem dos elementos necessários para a comunicação e luta por reconhecimento, que se dá no entrelaçamento dos espaços on-line e off-line do mundo da vida.
Palavras-chave: Axel Honneth, Teoria do Reconhecimento, Educação a Distância, Formação de Professores, Reconhecimento Intersubjetivo Virtual.

Abstract

NOGUEIRA, Vanessa dos Santos. Social Relations of Virtual Intersubjective Recognition in distance teachers training. Thesis (Doctorate in Education) – Program of Graduate Studies in Education, Federal University of Pelotas, 2016.

This research aims the interpretation of the social relations of intersubjective recognition, making use of virtual spaces, specifically in a course of teacher training, in the form of distance education (DE), under the system of the Open University of Brazil (OUB). The theoretical basis of the research guide is in the struggle for recognition, proposed by the German philosopher Axel Honneth. To confront the theoretical foundation, there was an empirical work, whose locus was the virtual learning environment Moodle, having as public the students of Distance Pedagogy Course from Federal University of Santa Maria (UFSM), under OUB. Data collection for empirical basis held online semi-structured interviews with students of that course and a Virtual Auto ethnography. The organization of data for analysis had the support of Software Nvivo. The interpretation of the corpus occurred through the Discourse Textual Analysis. As a result of discussions and analyzes of the data, it could be inferred that the internet as a cultural artifact recognition, offers interaction features that can enhance both ancient cultural patterns, as composing new arrangements of social relations. The virtual space of the internet sets up a recognition of the place at the searched course. The subjects have traces of the three inter-subjective recognition spheres, love, law and social esteem. They work in interlaced form, as well as reification of experiences and symptoms of social pathologies. Students demonstrated on the interviews a path of struggle for a good life project, in which being a student of OUB in public universities is characterized as an achievement. To occupy the virtual space, they go through the adaptation period, learning this new way to communicate. Thus, establish practical relations of self-confidence, self respect and self esteem. In this sense, it is understood that the virtual presents specificities in the form of relationship of the subjects that differ from presential life, with the potential to qualify spaces for teacher training, but also may have a superficial communication and failures. Such variations occur in the perception of students by the absence of the physical presence of the other and the shallowness of the speeches of teachers and tutors. However, it is believed that the virtual and presential complement each other. Finally, Virtual intersubjective Recognition is made based on a learning spiral movement of the necessary elements for communication and struggle for recognition which happens on the intertwining of online and off-line spaces in the world of life.
Key words: Axel Honneth, Recognition Theory, Distance Education, Teacher Training, Virtual Intersubjective Recognition.

Baixe o arquivo completo aqui!

Linguagem e Contextos Educativos na Infância – Expressão Corporal

Esse semestre estou trabalhando com a disciplina de Seminário Integrador VI – Linguagem e Contextos Educativos na Infância. A disciplina tem a proposta de integrar os saberes trabalhados por todas as disciplinas do 6º semestre do Curso de Pedagogia EAD/UFSM/EAD.

Normalmente as atividades são desenvolvidas de forma escrita, com fóruns de discussão, resumos, mapas conceituais… Dificilmente vemos ou ouvimos nossos alunos da EAD apresentando um trabalho. Dessa realidade surgiu a ideia de trabalhar com vídeos.

Uma das atividades dessa disciplina foi a criação ou adaptação de uma história infantil que envolvesse a participação das crianças, realizando movimentos corporais.

Disponibilizei um exemplo de atividade que realizei com os meus alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, na Escola Municipal São Carlos em Santa Maria/RS, que você pode ver aqui!

O resultado do trabalho foi incrível, eu as tutoras a distância da disciplina, a Profª. Camila Fleck e a Profª. Martieli Rodrigues, ficamos muito orgulhosas com o resultado.

A atividade demandou muito esforço de todos. A gravação dos vídeos, o compartilhamento no ambiente, o envolvimento de amigos, da família, a autorização de uso da imagem das crianças que foram filmadas, todos esses elementos que tornaram essa atividade tão significativa.

Pra mim esta sendo uma experiência nova ver os alunos da EAD apresentando um trabalho!

Você pode assistir algumas das atividades a seguir:

Atividade realizada com alunos da Pré-escola Nível 1 e 2.
Alunas: Greice P. Moreira e Luisa Santos
Polo de Sobradinho

Atividade realizada com uma turma do Pré-A na cidade de Sobradinho.
Alunas: Carine Cembrani, Mailis Lisboa, Maria Fátima da Silva Fernandes, Maria Beatriz Hanzel e Claudete Puntel Ferreira.
Polo de Sobradinho

História: Os Três Porquinhos
Acadêmicas: Samara de Moura Krüger e Soeli Tolfo
Polo de Palmeira das Missões

 

Contribuições de alguns pensadores sociais brasileiros #sociologia

Florestan Fernandes

Vídeo: Roda Viva – Florestan Fernandes
Documentário: Pensadores da Realidade Brasileira

Artigos:
FERNANDES, Florestan. A ciência aplicada e a educação como fatores de mudança cultural provocada. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 86, n. 212, 2007.
SAVIANI, Dermeval. Florestan Fernandes e a educação. Estudos Avançados, v. 10, n. 26, p. 71-87, 1996.
FREITAG, Barbara. Florestan Fernandes revisited. Estudos Avançados, v. 19, n. 55, p. 229-243, 2005.

Documentário: Pensadores da Realidade Brasileira

Livros:
FERNANDES, FLORESTAN. A função social da guerra na sociedade Tupinambá. – 3. ed. – São Paulo : Globo, 2006.
FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FERNANDES, Florestan. Mudanças sociais no Brasil. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.

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Darcy Ribeiro

Vídeo: Roda Viva Darcy Ribeiro

Artigos:
RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. Encontros com a civilização brasileira, v. 1, p. 9-22, 1978.
RIBEIRO, Darcy. A universidade necessária. Em Aberto, v. 1, n. 10, 2011.
BOMENY, Helena. A escola no Brasil de Darcy Ribeiro. Em Aberto, v. 21, n. 80, 2009.

Livros:
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
RIBEIRO, Darcy. Maíra. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
RIBEIRO, Darcy. Confissões. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

 

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Gilberto Velho

Vídeo: Entrevista com o professor Gilberto Velho

Artigos:
VELHO, Gilberto. Estilo de vida urbano e modernidade. Revista Estudos Históricos, v. 8, n. 16, p. 227-234, 1995.
VELHO, Gilberto. Individualismo, anonimato e violência na metrópole. Horizontes antropológicos, v. 6, n. 13, p. 15-29, 2000.
VELHO, Gilberto. O desafio da violência. Estudos Avançados, v. 14, n. 39, p. 56-60, 2000.

Livros:
VELHO, Gilberto. A utopia urbana: um estudo de antropologia social. Zahar, 1989.
VELHO, Gilberto. Arte e sociedade: ensaios de sociologia da arte. Zahar Editores, 1977.

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Gilberto Freyre

Vídeo: Gilberto Freyre – O que é o Brasil?

Artigos:
FREYRE, Gilberto. O indígena na formação da família brasileira. ______. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal, v. 50, 2005.
VELHO, Gilberto. Gilberto Freyre: trajetória e singularidade. Sociologia, problemas e praticas, n. 58, p. 11-21, 2008.
SOUZA, Jessé. Gilberto Freyre e a singularidade cultural brasileira. Tempo social, v. 12, n. 1, p. 69-100, 2000.
MEUCCI, Simone. Gilberto Freyre e a sociologia no Brasil: da sistematização à constituição do campo científico.Tese. UNICAMP. 2006.
DE REZENDE, Maria Jose. A democracia em Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda. Plural (São Paulo. Online), v. 3, p. 14-48, 1996.

Livros:
FREYRE, Gilberto. Assombrações do Recife velho. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Tempo morto e outros tempos: Trechos de um diário de adolescência e primeira mocidade-1915-1930. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Ordem e progresso. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economica patriarcal. J. Olympio, 1933.

 

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Sérgio Buarque de Holanda

Vídeo: Raizes do Brasil – Parte 1

Raízes do Brasil – Parte 2

Artigos:
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O lado oposto e outros lados. Revista do Brasil, p. 9-10, 1926.
MATOS, Júlia Silveira. Tradição e modernidade na obra de Sérgio Buarque de Holanda. 2005.
SANCHES, Rodrigo Ruiz. A questão da democracia em Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Holanda. 2010.

Livros:
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, v. 26, 1984.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Monções e Capítulos de expansão paulista. Editora Companhia das Letras, 2014.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O homem cordial. Editora Companhia das Letras, 2012.

 

O dia da defesa!

Relações sociais de Reconhecimento Intersubjetivo Virtual na formação de professores a distância.

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Artigos sobre Netnografia, Etnografia Virtual e Autonetnografia

autonetnografia

AMARAL, Adriana. Autonetnografia e inserção online: o papel do pesquisador-insider nas práticas comunicacionais das subculturas da Web. Fronteiras-estudos midiáticos, v. 11, n. 1, p. 14-24, 2009. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/5037. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

BRAGA, A. Etnografia segundo Christine Hine: abordagem naturalista para ambientes digitais. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação | E-compós, v. 15, n. 3, set./dez.2012. Disponível em: http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/856/638. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

CAMPANELLA, Bruno. Por uma etnografia para a internet: transformações e novos desafios. MATRIZes, v. 9, n. 2, p. 167-174, 2015. Disponível em: http://www.matrizes.usp.br/index.php/matrizes/article/view/705. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

ESPINOSA, H. 2007. Intersticios de sociabilidad: una auto-etnografía del consumo de TIC. Athenea Digital. Disponível em: atheneadigital.net/article/view/448/374. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

GUTIERREZ, Suzana. Professores Conectados: trabalho e educação nos espaços públicos em rede. 2010. 277 f. Tese (Doutorado em Educação). Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/28792. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

HINE, Christine. Etnografía virtual. Barcelona: Editorial UOC. Colección Nuevas Tecnologías y Sociedad. 2004. Disponível em: www.uoc.edu/dt/esp/hine0604/hine0604.pdf. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

KOZINETS, Robert V. Netnografia: realizando pesquisa etnográfica online. Penso Editora, 2014. Disponível em partes no Google Books.

POLIVANOV, Beatriz Brandão. Etnografia virtual, netnografia ou apenas etnografia? Implicações dos conceitos. Esferas, v. 1, n. 3, 2014. Disponpivel em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/article/view/4621. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

FRAGOSO, Suely ; RECUERO, Raquel ; AMARAL, Adriana . Métodos de pesquisa para Internet. 1. ed. Porto Alegre: Sulina, 2011.

metodos e tecnicas de pesquisa na internet

WALL, S. 2006. An autoethnography on learning about auto-ethnography. International Journal of Qualitative Methods, 5(2). Disponível em: http://www.ualberta.ca/~iiqm/backissues/5_2/pdf/wall.pdf. Acesso em: 03 de mar. De 2015.

Sobre formação de professores: Interdisciplinaridade e Tecnologia

Participei da formação pedagógica da Escola Estadual Educação Básica Padre Pedro Marcelino Copetti em Ivorá/RS.

Trabalhar com formação de professores sempre me faz muito bem, sempre aprendo muito em cada escola que vou… Nessa em especial fui muito bem acolhida pelo grupo de professores, que participaram da proposta de trabalho compartilhando com o grupo suas ideias e atividades realizadas.

Falar sobre tecnologias na educação é sempre um desafio, um cenário em constante mudança, uma distância entre os discursos dos livros e dos relatos que ganham destaque e as condições materiais das escolas, tempo para um bom planejamento e um trabalho interdisciplinar que as vezes não é suficiente.

Ainda assim, acredito que é possível fazer um trabalho de mobilize e integre estudantes e professores em projetos autorais, fotografias, videos, blogues, narrativas…

Alguns temas trabalhados na formação:

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E ao final da formação ganhei essa lindeza de livro “Memórias e identidade de um povo”, resultado de três anos de estudos e pesquisa realizado por duas turmas do Ensino Médio Politécnico da Escola.

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“Escrever marca o vivido e sonha o viver. Recupera sua palavra. Toma posse efetiva do seu fazer. Ao escrever o vivido, ele nomeia a experiência e, ao nomeá-la, inscreve-a no circuito da história.” (OSTETTO, 2012, p, 32).

Sobre Martha Nussbaum

Martha Craven Nussbaum é uma filosofa estadunidense que escreve sobre ética, feminismo, justiça social.

Documenrário sobre o belo e a consolação:

Artigos em Portugues:

NUSSBAUM, Martha. Capacidades e Justiça Social. Deficiência e Igualdade. Brasilia: Letras Livres. 2010.

NUSSBAUM, Martha C. Educação para o lucro, Educação para a Liberdade. Revista Redescrições – Revista on line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-americana. Ano I, número 1, 2009.

Lista de artigos de Axel Honneth traduzidos em português

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HONNETH, Axel. As enfermidades da sociedade: Aproximação a um conceito quase impossível. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 15, n. 4, p. 575-594, 2016. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/22520

HONNETH, Axel. Barbarizações do conflito social: lutas por reconhecimento ao início do século 21. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 14, n. 1, p. 154-176, 2014. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/16941

HONNETH, Axel. Reconhecimento como ideologia: sobre a correlação entre moral e poder. Tradução de Ricardo Crissiuma. In:
Revista Fevereiro. julho de 2014. Disponível em: http://www.revistafevereiro.com/pag.php?r=07&t=09

HONNETH, Axel. Educação e esfera pública democrática: um capítulo negligenciado da filosofia política. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 13, n. 3, p. 544-562, 2013. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/16529

HONNETH, Axel. O eu no nós: reconhecimento como força motriz de grupos. Sociologias, v. 15, n. 33, 2013. Disponível em: http://www.seer.ufrgs.br/sociologias/article/view/42432/0

HONNETH, Axel.Abismos do reconhecimento: o legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 13, n. 3, 2013. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/16530

HONNETH, Axel; ANDERSON, Joel. Autonomia, vulnerabilidade, reconhecimento e justiça. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, n. 17, p. 81-112, 2011.Disponível em: http://www.revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/64839/0

HONNETH, Axel. Reconhecimento entre estados: sobre a base moral das relações internacionais. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 10, n. 1, p. 134-152, 2010.Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/7131

HONNETH, Axel. A textura da justiça: sobre os limites do procedimentalismo contemporâneo. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 9, n. 3, p. 345-368, 2009. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/6896

HONNETH, Axel. Trabalho e reconhecimento: tentativa de uma redefinição. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 8, n. 1, p. 46-67, 2008. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/4321

HONNETH, Axel. Observações sobre a reificação. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 8, n. 1, p. 68-79, 2008. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewArticle/4322

HONNETH, Axel.O capitalismo como forma de vida fracassada: esboço sobre a teoria da sociedade de adorno. Revista Política &Trabalho, v. 24, 2006. Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/politicaetrabalho/article/view/6599

HONNETH, Axel. Patologias da liberdade individual. Novos Estudos, n. 66, p. 87, 2003. Disponível em:http://novosestudos.org.br/v1/files/uploads/contents/100/20080627_patologias_da_liberdade.pdf

 Para sugestões entre em contato: snvanessa@gmail.com

Direito da Liberdade: Dilemas da Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth

Vdeo do painel Direito da Liberdade: dilemas da teoria do reconhecimento de Axel Honneth, com:

Emil Sobottka (Ciências Sociais PUC RS )
Cinara Rosenfield (Ciências Sociais UFRGS)
Felipe Gonçalves Silva (Filosofia UFRGS)
José Vicente Tavares dos Santos (ILEA UFRGS)

O evento aconteceu no dia 15/12, às 14h, no auditório do ILEA na UFRGS.

 

Simposio Reconocimiento Justicia y Comunicación – Axel Honneth

 

O Simpósio Internacional Reconocimiento, Justicia y Comunicación aconteceu em outubro de 2015 na Pontificia Universidad Javeriana de Cali na Colômbia.
No site do evento tem mais informações: http://proyectos.javerianacali.edu.co/simposiorecono/justicia_y_reconocimiento.html
Um ótimo material para quem pesquisa Axel Honneth ou tem interesse nas Teorias da Justiça e Teoria Crítica.
Abaixo os vídeos completos das palestras disponibilizados pelo evento no youtube:

El papel de la sensibilidad moral en la teoría del reconocimiento de Axel Honneth
Dra. Ángela Calvo de Saavedra.


En el debate ético y político contemporáneo la sensibilidad moral ocupa un papel cada vez más significativo, en virtud de la comprensión de la vulnerabilidad como condición de la existencia humana, condición que determina la construcción intersubjetiva de la identidad personal y nos expone a los efectos del aprecio o desprecio que recibimos en las interacciones cotidianas. El propósito de la conferencia es presentar de manera sistemática el lugar que Honneth otorga a la sensibilidad moral:

    • I) en el fenómeno moral, como indicador del daño moral;
    • II) en la motivación política, como potencial impulsora de las luchas por el reconocimiento;
    • III) en la justificación moral, como horizonte que orienta el sentido de las obligaciones morales.

El déficit sociológico y las tradiciones filosóficas
Dr. Delfín Ignacio Grueso Honneth


Tanto cuando toma distancia frente a la obra de Jürgen Habermas, como cuando debate con Nancy Fraser, incluso cuando retoma los desarrollos hegelianos en torno al reconocimiento, Axel Honneth saca a colación el déficit sociológico de estos filósofos. Esto ha sido una constante en la tradición Teórico-crítica (de alguna forma fue esa la corrección que hicieron los padres de la Escuela de Frankfort con respecto al marxismo ortodoxo y la que hizo Habermas con respecto a Horkheimer y Adorno). En mi conferencia trataré cómo esta cuestión no puede tener la misma relevancia cuando se trata de dar cuenta de esfuerzos que, hablando de injusticias, conflictos y reconocimiento, se dan al otro lado del Atlántico, incluso si ellos pretenden honrar los marcos de la tradición teórico-crítica (como en el caso de Iris Young y Nancy Fraser). En fin, defender el modo de hablar de esas cosas desde otra perspectiva teórico-social.

Justicia y reconocimiento. Sobre el fundamento moral de la crítica de la sociedad
Dr. Miguel Giusti

La conferencia se ocupará de la cuestión del fundamento de la normatividad moral de la crítica de la sociedad. Me apoyaré, para ello, en algunas de las tesis que defiende Axel Honneth en su último gran libro sistemático, El derecho de la libertad, aunque las abordaré prestando atención específicamente al problema de fondo que menciono. En un primer momento, mostraré que la tesis de Honneth sobre la preeminencia del reconocimiento sobre la justicia, en la que sigue insistiendo, reposa ahora con más claridad sobre un tercer elemento, a saber, sobre la interpretación del concepto de libertad. Qué entendamos por justicia es algo que depende, pues, de lo que entendamos previamente por libertad, pero siendo la libertad una noción de contenido variable a lo largo de la época moderna, solo una visión orgánica o comprehensiva de la misma –como la que ofrece el concepto de reconocimiento (o de libertad social)– podrá, en su opinión, proveernos de un sentido cabal de la justicia (de la justicia social). En un segundo momento, fijaremos la atención sobre el problema metodológico que trae consigo la caracterización conceptual de este modelo de libertad social, es decir, sobre el hecho de que ella pretenda obtenerse no por medio de una “construcción” postulatoria de principios universales, sino por medio de una “reconstrucción normativa” de los valores ya contenidos en las instituciones de la sociedad. Veremos cuáles son los momentos centrales de esta opción metodológica que Honneth extrae de un diálogo polémico con la posición de Hegel. Finalmente, en un último paso, nos ocuparemos más específicamente de la fuente de la normatividad de esta concepción del reconocimiento. Expondremos y discutiremos entonces lo que Honneth propone como un “movimiento en espiral” (Spiralbewegung) de la crítica social.

Favelas y el derecho a la ciudad. Movilización política y reconocimiento de derechos
Dr. Rafael Soares Gonçalves

Esta contribución pretende comprender el proceso histórico de construcción del derecho a la ciudad de los favelados, que es, sobre todo, la lucha por el derecho a permanecer. El objetivo es por lo tanto para entender las diferentes formas de acción y organización de los movimientos sociales urbanos en las favelas de Rio de Janeiro y cómo contribuyeron en la consolidación del derecho a la ciudad en la agenda política.

Potencial y límites de la justicia como reconocimiento una mirada crítica a la obra de Axel Honnet
Dra. Ana Fascioli

Resistencia no violenta y reconocimiento: El caso de San Jose de Apartado
Dra. Elizabeth Lozano

Esta ponencia examina la experience de la Comunidad de Paz de San Jose de Apartado., en 14 anos de resistencia noviolenta a los actores armados colombianos. Especificamente discutiré las estrategias discursivas y las practicas cotidianas que la comunidad realiza de manera consciente e inconsciente para afirmarse en su identidad y en su derecho a ser reconocidos colectivamente como una comunidad autónoma. La ponencia estará basada en mi experiencia etnográfica en la comunidad y en mi propia reflexion desde la praxis de la noviolencia.

Panel de comunicación y reconocimiento

Comunicación y reconocimiento: experiencias situadas sobre jóvenes, indígenas, víctimas y líderes comunitarios
Ponencia: Elementos de comunicación social y reconocimiento durante el surgimiento del barrio El Retiro (Distrito de Aguablanca, Cali, Colombia) en los años 80 Dr. Ricardo Rodríguez Quintero
Ponencia: Intervenciones urbanas en las favelas en el contexto de los juego olímpicos y la valorización del suelo urbano. Dr. Rafael Soares Gonçalves
Ponencia: Configuración de un lenguaje moral sobre el reconocimiento político en el resguardo Wasiruma Carlos Andrés Tobar Tovar
Ponencia: Dinámicas de reconocimiento y menosprecio en jóvenes pertenecientes a diversas culturas juveniles en su experiencia de habitar un parque. Mónica Marión Cataño

Há 96 anos Rosa Luxemburgo foi assassinada!

Hoje sexta-feira (15/01), completam-se 96 anos da morte de Rosa Luxemburgo.

Há 96 anos foi assassinada Rosa Luxemburgo

Sobre a sua morte na Wikipédia:

Em 15 de janeiro de 1919, Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht e Wilhelm Pieck, líderes do Partido Comunista da Alemanha, são presos e levados para interrogatório no Hotel Eden, em Berlim. [8] Embora os detalhes das mortes de Luxemburgo e Liebknecht sejam desconhecidos, a versão mais aceita é a de que tenham sido retirados do hotel por paramilitares do grupo de direita Freikorps (que, mais tarde, apoiariam os nazis). Luxemburgo e Liebknecht foram escoltados para fora do prédio, sendo espancados até ficarem inconscientes.[8] Pieck conseguiu fugir, enquanto Luxemburgo e Liebknecht foram levados – cada um em um jipe militar.[8] O primeiro jipe, com Rosa Luxemburgo, virou antes da ponte denominada Corneliusbrücke, em uma pequena rua paralela ao curso d’água conhecido Landwehrkanal. Ela foi baleada e jogada, agonizante, nas águas geladas de janeiro do Landwerkanal. Seu companheiro de luta, Karl, seguiu no outro jipe, que cruzou a Corneliusbrücke e entrou em uma das ruas desertas do parque Tiergarten. Ele, então, foi obrigado a caminhar e, a seguir, baleado pelas costas. Morto, foi entregue como indigente em um posto policial. Dois meses mais tarde, Jogiches foi morto pelo mesmo grupo.[7] O corpo de Rosa Luxemburgo só foi encontrado no final de junho. Seus assassinos jamais foram condenados.[6] Somente em 1999, uma investigação do governo alemão concluiu que os paramilitares haviam recebido ordens e dinheiro dos governantes social-democratas para matar Luxemburgo e Liebknecht.

Os corpos de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht foram enterrados no Cemitério Central de Freidrichsfelde, em Berlim. Todos os anos, socialistas e comunistas se reúnem no local, na segunda segunda-feira de janeiro, para homenageá-los.

Para saber mais:

Aqui você encontra a bibliografia dela em português:
https://www.marxists.org/portugues/luxemburgo/

Michael Löwy: O pensamento de Rosa Luxemburgo
http://blogdaboitempo.com.br/2015/03/05/michael-lowy-o-pensamento-de-rosa-luxemburgo-2/

Abaixo o filme legendado em português:

Descrição do filme: Nascida na Polônia e doutora em Ciências Econômicas, Rosa Luxemburgo torna-se uma das grandes líderes do movimento operário revolucionário alemão, adere ao Partido Social-Democrata alemão em 1898 e em 1914, rompe violentamente com essa agremiação. Rosa, a Vermelha, como era conhecida, visceralmente internacionalista e antibelicista condena como uma traição o apoio dos social-democratas à deflagração da Primeira Guerra Mundial. Ao lado de Léo Jogiches, o amante e do revolucionário Karl Liebknecht, junto com o qual fundou a Liga Spartakus, embrião do futuro Partido Comunista Alemão, a militante se embrenha cada vez mais no movimento de massas, passando longos períodos na prisão.

Revista: Habermas e Honneth: formação do indivíduo e socialização

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SUMÁRIO:
HABERMAS INTRODUÇÃO – EMANCIPAÇÃO, ESFERA PÚBLICA E DIREITO – A teoria crítica de Jürgen Habermas, representante da chamada “segunda geração” da Escola de Frankfurt HABERMAS PSICANÁLISE – Por algum tempo, o filósofo considerou as concepções da psicanálise como um exemplo de teoria crítica

HABERMAS METAPSICOLOGIA –   A proposta de uma psicanálise baseada na linguagem e na auto-reflexão metódica, livre do positivismo

HABERMAS CONSCIÊNCIA MORAL – HABERMAS LEITOR DE KOHLBERG – A teoria crítica examina não apenas as patologias do mundo capitalista, mas também o desenvolvimento moral da sociedade pós-convencional

HABERMAS PSICOLOGIA SOCIAL – INDIVÍDUO E SOCIEDADE
Baseado na psicologia social de George Herbert Mead, Habermas vê na individuação um processo de socialização e de constituição de uma história de vida autoconsciente e mediado pela linguagem

HONNETH INTRODUÇÃO – RECONHECIMENTO E EMANCIPAÇÃO – Para Honneth, a noção hegeliana da luta por reconhecimento é a chave para compreender a dinâmica das relações e dos conflitos sociais

HONNETH DESRESPEITO SOCIAL – AXEL HONNETH  – O filósofo identifica nas lutas por reconhecimento elementos centrais de uma teoria crítica e analisa formas de desrespeito e não-reconhecimento na sociedade contemporânea
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HONNETH REIFICAÇÃO – Honneth retoma o conceito de reificação, formulado nos anos 20, e mostra sua validade para a reflexão crítica sobre a sociedade contemporânea

RECONHECIMENTO E PSICANÁLISE – Em sua versão da teoria crítica, Axel Honneth reforça os laços entre psicanálise e teoria da sociedade, traço característico da abordagem da Escola de Frankfurt

Educação Profissional e Tecnológica

evolucao

Documentário sobre Educação Profissional e Tecnológica da central de mídia
do Ministério da Educação – http://goo.gl/gVwH3h

Legislação Básica – Educação Profissional e Tecnológica – http://goo.gl/3Xq8Po

Texto: Cenário Histórico da Educação Profissional

Programas do MEC:
SISUTE
PRONATEC
PROEJA

Artigos:
A relação da educação profissional e tecnológica – SciELO – Frigotto
A política de educação profissional no governo lula – SciELO – Frigotto
A política de educação profissional no governo lula: um percurso histórico controvertido – Frigotto


 

Material para trabalhar inclusão

Se você tiver alguma sugestão pode deixar nos comentários.

Documentários:
Colégio Coronel Pilar [versão integral, Libras] – Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasi: Versão integral com Libras do documentário sobre a experiência educacional inclusiva do Colégio Coronel Pilar, Santa Maria, Brasil. Acesse também o estudo de caso em: http://bit.ly/1sCf0CP

Borboletas de Zagorsk [BBC, 1992] – Domentário sobre educadores russos que ensinam crianças com deficiência auditiva e visual na cidade de Zagorsk, baseados na teoria de  Lev Vygotsky (1896-1934). https://youtu.be/KxEaHMxi7wE

Animações:
Ex-Et:  Uma criança diferente que não é aceita pelo grupo. https://youtu.be/XrnfRM_ujAA

Curtas:
Cordas – Curta-metragem premiado em 2014, dirigido por Pedro Solís, que apresenta o relacionamento muito especial de uma menina com seu colega, que tem paralisia cerebral. http://clubedecinema.pt/curta-metragem-cordas/

As cores das flores – Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores. O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir cumprir a tarefa. A tradução para o português foi feita para o blog “Assim como Você”, de Jairo Marques. https://www.youtube.com/watch?v=s6NNOeiQpPM

Filmes:
Vermelho Como o Céu –  É baseado na história de Mirco Mencacci, um renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana. O filme se passa nos anos 70, Mirco (Luca Capriotti) ainda criança, sofre um acidente e perde a visão. Rejeitado pela escola pública onde estudava, vai para uma escola de deficientes visuais em Gênova. Lá, encontra um gravador e começa a criar histórias sonoras. https://www.youtube.com/watch?v=fVNhFpX3Wac

Gaby Uma História Verdadeira – Gabriela Brimmer nasceu com paralisia cerebral e só conseguia mexer seu pé esquerdo. Ela começou a usar esses movimentos para se comunicar e conseguiu se tornar uma reconhecida escritora e poetisa. https://www.youtube.com/watch?v=JSwOk92C9cs

Como Estrelas na Terra, Toda Criança é Especial – O filme conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. https://www.youtube.com/watch?v=6rxSS46Fwk4

Pesquisa e Tecnologias

Vídeo – Café Filosófico: O Poder da Tecnologia

Webquest sobre blogues: https://blogwebquest.wordpress.com/

 

 

 

 

 

Como você se organiza para estudar?

Olá Pessoal!!eu

Fiz um trabalho muito bacana de formação com estudantes do primeiro ano do Ensino Médio sobre como qualificar seu tempo de estudo… com algumas sugestões para organizar uma agenda, o local e o material de estudo… segue uma cópia da apresentação em .odp e licença Creative Commons.

Material sobre Interdiciplinaridade!

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Segundo a proposta de reestruturação do Ensino Médio do Estado do Rio Grande do Sul:O trabalho interdisciplinar, como estratégia metodológica, viabiliza o estudo de temáticas transversalizadas, o qual alia a teoria e prática, tendo sua concretude por meio de ações pedagógicas integradoras. Tem como objetivo, numa visão dialética, integrar as áreas de conhecimento e o mundo do trabalho.

Vídeos:

Interdisciplinaridade e Transversalidadeda da univesptv:

Profa Dra Ivani Fazenda – Sua trajetória na educação

Leitura de apoio:

CARLOS. Jairo Gonçalves. Interdisciplinaridade no Ensino Médio: desafios epotencialidades. Dissertação de Mestrado.

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade na Formação de professores. Revista Brasileira de Docência, Ensino e Pesquisa em Administração. V. 1, No. 1, São Paulo, 2009.

Outros sites:

GEPI- Grupo de Estudo e pesquisa em Interdisciplinaridade

Inscrições abertas para o EVIDOSOL (Online e gratuito) com envio de artigo até 20/03/15

Evidosol_cartaz_2015

O grupo Texto Livre convida a todos para o XII Encontro Virtual de Documentação em Software Livre (EVIDOSOL) e IX Congresso Internacional de Linguagem e Tecnologia online (CILTEC-online), a ocorrer de 01 a 03 de junho de 2015, com o apoio da Faculdade de Letras/UFMG, UFTM, Kósmos/UFSM e Uniube.

Além de conferências e mesas, o evento, inteiramente online, selecionará propostas a serem apresentadas em IRC (chat) ou em Fóruns, cujas inscrições podem ser feitas de acordo com o calendário:

Submissão de propostas (artigo completo): de 17/02 a 20/03/15;

Inscrição sem envio de propostas: de 17/02 a 01/06/15.

As propostas, em português, espanhol, inglês ou italiano, deverão se adequar às seguintes trilhas ou eixos temáticos: Linguagem e Tecnologia, Produção Textual no Computador, Divulgação de Software Livre, Documentação em Software Livre, Hipertexto, Jornalismo na Internet, Blogs e Wikis, Ensino na Internet, Comunidades Virtuais, Inclusão Digital e Cultura Livre.

Inscrições, tanto para submissão de propostas (artigos) quanto como “ouvintes”, podem ser feitas no mesmo sistema, pelo linkinscrições“. Pedimos que leiam atentamente as instruções para submissão de proposta. Maiores detalhes estão disponíveis no menu do site oficial do evento: http://evidosol.textolivre.org/

Obs.: não é cobrada taxa de inscrição e todos os participantes terão direito a certificados.

Convocatoria (Español)

Call for papers (English)

Chiamata (Italiano)

Atenciosamente,
Organização do Evidosol/Ciltec-online
http://evidosol.textolivre.org/

TCC: Afetividade nas Relações Interpessoais entre Tutores e Estudantes na Educação a Distância

educação a distância
Jonara apresentando a sua pesquisa
educação a distância
Valmor, Jonara e eu.

                                                                                        A  defesa do Trabalho de Conclusão de Curso intitulado: “Afetividade nas Relações Interpessoais entre Tutores e Estudantes na Educação a Distância” da minha amada orientanda Jonara Rossato, aconteceu no final de dezembro. O objetivo da pesquisa foi analisar o desenvolvimento de afetividade entre tutores e alunos na Educação a Distância, considerando a afetividade como fator inerente ao processo de ensino e aprendizagem dos sujeitos. Participou da banca o Professor Valmor Scott Junior, que além de meu amigo é um exelente profissional e vem pesquisando sobre afetividade e educação, podendo assim qualificar a pesquisa da Jonara.

Com os aulas presenciais + aulas a distância + tese + materninade… tinha decidido não orientar nenhum TCC esse ano. Mudei de ideia quando a Jonara veio me procurar… Não consegui dizer não. A Jonara foi minha orientanda de estágio na Educação Infantil, fez parte de uma turma que me marcou muito. Sempre muito agitada, nervosa mas também muito dedicada, organizada e comprometida.

Perceber que você pode colaborar com a aprendizagem de outras pessoas é maravilhoso, acompalhar o crescimento de uma aluna de perto, perceber o quanto ela é capaz e acompanhar isso por um tempo motiva muito o trabalho docente. Foi uma experiência ótima!

Circuito Musical – Disciplina de Didática do Curso de Licenciatura em Música

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Sempre penso em escrever mas termino deixando para depois e depois nunca chega, então vamos lá. Já tive muitas surpresas nesses quatorze anos como professora, da Educação Infantil ao Ensino Superior. Sou Licenciada em Pedagogia e já dei aula de Informática por oito anos, trabalho com formação de professores das escolas estaduais, já orientei estágio na Educação Infantil, agora oriento estágio na Educação Profissional e Tecnológica…

Mas esse semestre tive uma nova surpresa quando recebi o seguinte e-mail: Prezada professora, Estamos encaminhando, via anexo, a retificação do seu quadro de horário onde fora acrescentada a disciplina MEN1137 referente ao Curso 734 – Música.

Na hora que olhei pensei que era engano. Música? Eu não sei nada de música , tenho um ritmo próprio e sou proibida de cantar até pelos meus amigos… Eu amo música, escrevo escutando música, música ao vivo com cerveja me faz muito bem, mas dai a dar aula no Curso de Música. Não tem nada que eu possa fazer por lá, pensei.
Quando abri o anexo vi que estava certo o horário, era a disciplina de Didática no Curso de Licenciatura em Música, olhei o programa da disciplina, quase igual as outras disciplinas de Didática que já tinha trabalhado no Curso de Pedagogia e no Curso de Formação de Professores.
Eu gosto de Didática, na verdade aprendi a gostar trabalhando com ela. Ver a diferença entre metodologia e  métodos, os recursos, o planejamento… é apaixonante perceber como tudo está entrelaçado, a ligação e a importância dos saberes para elaborar um planejamento. Isso a Didática nos oferece!
Com as outras turmas que trabalhei nessa disciplina sempre fazíamos um planejamento, um plano de aula ou uma sequência didática para uma turma ou uma área do conhecimento.
Mas com o decorrer da disciplina além de aprender muito com essa turma. As músicas agora são bem elaboradas ou não, os planos de aula ganharam um novo item, o repertório. Isso sem falar na percepção, na escuta sensível que eles tem, cada a seu modo e no seu tempo.
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Alunos da disciplina de Didática do Curso de Licenciatura em Música da UFSM.

Foi nesse caminho que surgiu a ideia de desenvolver o planejamento na escola. Considerando as especificidades do ensino de música, organizamos um Circuito Musical. Essa atividade prática tinha o objetivo de proporcionar aos estudantes dos anos iniciais de uma escola pública de Santa Maria uma vivência musical, buscando desenvolver o gosto pela música.

A turma foi organizada em duplas ou trios para elaborar o planejamento de atividade, tipo uma oficina de 20 minutos para alunos dos anos iniciais. Cada dupla/trio escolheu uma atividade que tivesse mais afinidade com a proposta/músicas/instrumentos.
Entramos em contato com a Escola Municipal Santa Helena, que nos recebeu de braços abertos.
Ao todo foram cinco oficinas acontecendo ao mesmo tempo, com cinco grupos de alunos, onde todos os grupos participaram de todas as oficinas, no formato de um circuito. As atividades foram:
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Jogo de copos – Raquel e Carolin
Jogo de Mãos – Mari e Marineia

 

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Prática Musical – Jade, Jeancarlo e Daniel
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Percussão corporal – Emerson, Miguel e Clauson
A música oferece inúmeras possibilidades, desde os saberes que são próprios do ensino de música, e outros como linguagem, expressão corporal, matemática…  Atenção, percepção, concentração ultrapassam as aulas de músicas e refletem no processo de ensino aprendizagem como um todo.
Foi uma tarde de olhos atentos e sorrisos abertos.
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