Material para aula sobre Redes Sociais e Educação #eadtics

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Artigos:

A antropologia digital é o melhor caminho para entender a sociedade moderna – Daniel Miller

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Material para aula sobre Mapas Conceituais

10661771_10204683284944850_7115218500574853900_oMapa Conceitual feito em aula, pelos alunos do Programa Especial de Graduação para a Educação Profissional.

Revista Nova Escola: David Ausubel e a aprendizagem significativa

Artigo:Mapas conceituais e aprendizagem significativa – Marco Antonio Moreira

Tutorial sobre CMapTools: http://penta3.ufrgs.br/tutoriais/Tutoria-CmapToolsV5/conteudo.htm

Sobre Mapas Conceituais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual

Sobre Mapas Mentais:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_mental

Vídeos:

Uso de Mapas Conceituais como Ferramenta de Aprendizagem do curso de Especialização em Informática na Educação – CEAD/IFES.

Entenda as diferenças entre mapas mentais e mapas conceituais.

Contribuições de alguns pensadores sociais brasileiros #sociologia

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Florestan Fernandes

Vídeo: Roda Viva – Florestan Fernandes
Documentário: Pensadores da Realidade Brasileira

Artigos:
FERNANDES, Florestan. A ciência aplicada e a educação como fatores de mudança cultural provocada. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 86, n. 212, 2007.
SAVIANI, Dermeval. Florestan Fernandes e a educação. Estudos Avançados, v. 10, n. 26, p. 71-87, 1996.
FREITAG, Barbara. Florestan Fernandes revisited. Estudos Avançados, v. 19, n. 55, p. 229-243, 2005.

Documentário: Pensadores da Realidade Brasileira

Livros:
FERNANDES, FLORESTAN. A função social da guerra na sociedade Tupinambá. – 3. ed. – São Paulo : Globo, 2006.
FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FERNANDES, Florestan. Mudanças sociais no Brasil. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.

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Darcy Ribeiro

Vídeo: Roda Viva Darcy Ribeiro

Artigos:
RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. Encontros com a civilização brasileira, v. 1, p. 9-22, 1978.
RIBEIRO, Darcy. A universidade necessária. Em Aberto, v. 1, n. 10, 2011.
BOMENY, Helena. A escola no Brasil de Darcy Ribeiro. Em Aberto, v. 21, n. 80, 2009.

Livros:
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
RIBEIRO, Darcy. Maíra. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
RIBEIRO, Darcy. Confissões. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

 

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Gilberto Velho

Vídeo: Entrevista com o professor Gilberto Velho

Artigos:
VELHO, Gilberto. Estilo de vida urbano e modernidade. Revista Estudos Históricos, v. 8, n. 16, p. 227-234, 1995.
VELHO, Gilberto. Individualismo, anonimato e violência na metrópole. Horizontes antropológicos, v. 6, n. 13, p. 15-29, 2000.
VELHO, Gilberto. O desafio da violência. Estudos Avançados, v. 14, n. 39, p. 56-60, 2000.

Livros:
VELHO, Gilberto. A utopia urbana: um estudo de antropologia social. Zahar, 1989.
VELHO, Gilberto. Arte e sociedade: ensaios de sociologia da arte. Zahar Editores, 1977.

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Gilberto Freyre

Vídeo: Gilberto Freyre – O que é o Brasil?

Artigos:
FREYRE, Gilberto. O indígena na formação da família brasileira. ______. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal, v. 50, 2005.
VELHO, Gilberto. Gilberto Freyre: trajetória e singularidade. Sociologia, problemas e praticas, n. 58, p. 11-21, 2008.
SOUZA, Jessé. Gilberto Freyre e a singularidade cultural brasileira. Tempo social, v. 12, n. 1, p. 69-100, 2000.
MEUCCI, Simone. Gilberto Freyre e a sociologia no Brasil: da sistematização à constituição do campo científico.Tese. UNICAMP. 2006.
DE REZENDE, Maria Jose. A democracia em Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda. Plural (São Paulo. Online), v. 3, p. 14-48, 1996.

Livros:
FREYRE, Gilberto. Assombrações do Recife velho. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Tempo morto e outros tempos: Trechos de um diário de adolescência e primeira mocidade-1915-1930. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Ordem e progresso. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2015.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economica patriarcal. J. Olympio, 1933.

 

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Sérgio Buarque de Holanda

Vídeo: Raizes do Brasil – Parte 1

Raízes do Brasil – Parte 2

Artigos:
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O lado oposto e outros lados. Revista do Brasil, p. 9-10, 1926.
MATOS, Júlia Silveira. Tradição e modernidade na obra de Sérgio Buarque de Holanda. 2005.
SANCHES, Rodrigo Ruiz. A questão da democracia em Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Holanda. 2010.

Livros:
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, v. 26, 1984.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Monções e Capítulos de expansão paulista. Editora Companhia das Letras, 2014.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O homem cordial. Editora Companhia das Letras, 2012.

Sobre Martha Nussbaum

Martha Craven Nussbaum é uma filosofa estadunidense que escreve sobre ética, feminismo, justiça social.

Documenrário sobre o belo e a consolação:

Artigos em Portugues:

NUSSBAUM, Martha. Capacidades e Justiça Social. Deficiência e Igualdade. Brasilia: Letras Livres. 2010.

NUSSBAUM, Martha C. Educação para o lucro, Educação para a Liberdade. Revista Redescrições – Revista on line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-americana. Ano I, número 1, 2009.

Vídeo- Direito da Liberdade: Dilemas da Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth

Vdeo do painel Direito da Liberdade: dilemas da teoria do reconhecimento de Axel Honneth, com:

Emil Sobottka (Ciências Sociais PUC RS )
Cinara Rosenfield (Ciências Sociais UFRGS)
Felipe Gonçalves Silva (Filosofia UFRGS)
José Vicente Tavares dos Santos (ILEA UFRGS)

O evento aconteceu no dia 15/12, às 14h, no auditório do ILEA na UFRGS.

 

Vídeos das palestras do Simposio Reconocimiento Justicia y Comunicación – Axel Honneth

O Simpósio Internacional Reconocimiento, Justicia y Comunicación aconteceu em outubro de 2015 na Pontificia Universidad Javeriana de Cali na Colômbia.
No site do evento tem mais informações: http://proyectos.javerianacali.edu.co/simposiorecono/justicia_y_reconocimiento.html
Um ótimo material para quem pesquisa Axel Honneth ou tem interesse nas Teorias da Justiça e Teoria Crítica.
Abaixo os vídeos completos das palestras disponibilizados pelo evento no youtube:

El papel de la sensibilidad moral en la teoría del reconocimiento de Axel Honneth
Dra. Ángela Calvo de Saavedra.


En el debate ético y político contemporáneo la sensibilidad moral ocupa un papel cada vez más significativo, en virtud de la comprensión de la vulnerabilidad como condición de la existencia humana, condición que determina la construcción intersubjetiva de la identidad personal y nos expone a los efectos del aprecio o desprecio que recibimos en las interacciones cotidianas. El propósito de la conferencia es presentar de manera sistemática el lugar que Honneth otorga a la sensibilidad moral:

    • I) en el fenómeno moral, como indicador del daño moral;
    • II) en la motivación política, como potencial impulsora de las luchas por el reconocimiento;
    • III) en la justificación moral, como horizonte que orienta el sentido de las obligaciones morales.

El déficit sociológico y las tradiciones filosóficas
Dr. Delfín Ignacio Grueso Honneth


Tanto cuando toma distancia frente a la obra de Jürgen Habermas, como cuando debate con Nancy Fraser, incluso cuando retoma los desarrollos hegelianos en torno al reconocimiento, Axel Honneth saca a colación el déficit sociológico de estos filósofos. Esto ha sido una constante en la tradición Teórico-crítica (de alguna forma fue esa la corrección que hicieron los padres de la Escuela de Frankfort con respecto al marxismo ortodoxo y la que hizo Habermas con respecto a Horkheimer y Adorno). En mi conferencia trataré cómo esta cuestión no puede tener la misma relevancia cuando se trata de dar cuenta de esfuerzos que, hablando de injusticias, conflictos y reconocimiento, se dan al otro lado del Atlántico, incluso si ellos pretenden honrar los marcos de la tradición teórico-crítica (como en el caso de Iris Young y Nancy Fraser). En fin, defender el modo de hablar de esas cosas desde otra perspectiva teórico-social.

Justicia y reconocimiento. Sobre el fundamento moral de la crítica de la sociedad
Dr. Miguel Giusti

La conferencia se ocupará de la cuestión del fundamento de la normatividad moral de la crítica de la sociedad. Me apoyaré, para ello, en algunas de las tesis que defiende Axel Honneth en su último gran libro sistemático, El derecho de la libertad, aunque las abordaré prestando atención específicamente al problema de fondo que menciono. En un primer momento, mostraré que la tesis de Honneth sobre la preeminencia del reconocimiento sobre la justicia, en la que sigue insistiendo, reposa ahora con más claridad sobre un tercer elemento, a saber, sobre la interpretación del concepto de libertad. Qué entendamos por justicia es algo que depende, pues, de lo que entendamos previamente por libertad, pero siendo la libertad una noción de contenido variable a lo largo de la época moderna, solo una visión orgánica o comprehensiva de la misma –como la que ofrece el concepto de reconocimiento (o de libertad social)– podrá, en su opinión, proveernos de un sentido cabal de la justicia (de la justicia social). En un segundo momento, fijaremos la atención sobre el problema metodológico que trae consigo la caracterización conceptual de este modelo de libertad social, es decir, sobre el hecho de que ella pretenda obtenerse no por medio de una “construcción” postulatoria de principios universales, sino por medio de una “reconstrucción normativa” de los valores ya contenidos en las instituciones de la sociedad. Veremos cuáles son los momentos centrales de esta opción metodológica que Honneth extrae de un diálogo polémico con la posición de Hegel. Finalmente, en un último paso, nos ocuparemos más específicamente de la fuente de la normatividad de esta concepción del reconocimiento. Expondremos y discutiremos entonces lo que Honneth propone como un “movimiento en espiral” (Spiralbewegung) de la crítica social.

Favelas y el derecho a la ciudad. Movilización política y reconocimiento de derechos
Dr. Rafael Soares Gonçalves

Esta contribución pretende comprender el proceso histórico de construcción del derecho a la ciudad de los favelados, que es, sobre todo, la lucha por el derecho a permanecer. El objetivo es por lo tanto para entender las diferentes formas de acción y organización de los movimientos sociales urbanos en las favelas de Rio de Janeiro y cómo contribuyeron en la consolidación del derecho a la ciudad en la agenda política.

Potencial y límites de la justicia como reconocimiento una mirada crítica a la obra de Axel Honnet
Dra. Ana Fascioli

Resistencia no violenta y reconocimiento: El caso de San Jose de Apartado
Dra. Elizabeth Lozano

Esta ponencia examina la experience de la Comunidad de Paz de San Jose de Apartado., en 14 anos de resistencia noviolenta a los actores armados colombianos. Especificamente discutiré las estrategias discursivas y las practicas cotidianas que la comunidad realiza de manera consciente e inconsciente para afirmarse en su identidad y en su derecho a ser reconocidos colectivamente como una comunidad autónoma. La ponencia estará basada en mi experiencia etnográfica en la comunidad y en mi propia reflexion desde la praxis de la noviolencia.

Panel de comunicación y reconocimiento

Comunicación y reconocimiento: experiencias situadas sobre jóvenes, indígenas, víctimas y líderes comunitarios
Ponencia: Elementos de comunicación social y reconocimiento durante el surgimiento del barrio El Retiro (Distrito de Aguablanca, Cali, Colombia) en los años 80 Dr. Ricardo Rodríguez Quintero
Ponencia: Intervenciones urbanas en las favelas en el contexto de los juego olímpicos y la valorización del suelo urbano. Dr. Rafael Soares Gonçalves
Ponencia: Configuración de un lenguaje moral sobre el reconocimiento político en el resguardo Wasiruma Carlos Andrés Tobar Tovar
Ponencia: Dinámicas de reconocimiento y menosprecio en jóvenes pertenecientes a diversas culturas juveniles en su experiencia de habitar un parque. Mónica Marión Cataño