Como utilizar as tecnologias na escola

Vídeo produzido com base:

  • No trabalho desenvolvido pelos educadores da Escola Marista Santa Marta em Santa Maria/RS
  • No texto de José Manuel Moran extraído do livro A educação que desejamos Novos desafios e como chegar lá (Papirus, 2007, p. 101-111)

Para ler…
Artigo: Como utilizar as tecnologias na escola

Visite tambem o Blog Educação Inovadora do Professor Moran

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11 comentários sobre “Como utilizar as tecnologias na escola

  1. Oi Vanessa !
    Parabéns pelo trabalho, gostei muito.
    Posso postar esse vídeo lá no blog “Uma internet segura para nossas crianças”?
    Vou aguardar a sua resposta.
    Grande abraço!
    bjs!

  2. Olá Vanessa!
    É muito bom conhecer trabalhos como o seu! Isso é contagiante! O blog pode ser uma ferramenta rica em possibilidades para o trabalho pedagógico, dependendo apenas da criatividade e ousadia do professor. Parabéns!

    Beijão!

  3. Olá Vanessa!
    Parabéns pelo vídeo e pelo teu trabalho dinâmico. Gosto muito do professor Moran, porque ele conhece perfeitamente a realidade dos professores nas escolas e também já passou pela experiência de ser um professor inovador, com todas as dificuldades que isso acarreta. Porém a alegria de ver os resultados sempre compensa o esforço para superar obstáculos. Eu tenho aplicado as tecnologias em sala de aula e depois delas encontrei sentido no que faço, pois posso contextualizar a aprendizagem com meus alunos. Em outras palavras, consegui levar meus alunos a ultrapassar os muros da escola, interagindo com o mundo. Fazemos trabalhos especialmente com blogs, interagindo com outros internautas, outras escolas, escritores das obras que lemos e analisamos. É muito bom fazer trabalhos colaborativos e aprender junto com os outros, conhecendo outras realidades ou percebendo pontos em comum mesmo em contextos geográficos diferentes. Através do uso dos blogs, produzimos e compartilhamos conhecimentos, exercitando a “autoria”. Tudo isso é possível porque eu como professora me inseri em comunidades virtuais e encontro parcerias de trabalho, com quem organizo projetos comuns. Um dos trabalhos mais significativos foi o blog Vidas Secas, da Ficção à Realidade. que iniciei em 2005 com a seca no Rio Grande do Sul. O projeto seguiu sempre abordando temas do cotidiano dos alunos, através de obras literárias. Agora o blog só mudou de nome, mas a proposta continua a mesma em Ficção Versus Realidade. No momento estamos lendo Machado de Assis. Fica o convite para que participem do projeto. Também estou envolvida no Projeto colaborativo VOO BPF(http://voobpf.blogspot.com) , com escolas de Portugal e França. Lemos o livro Seis Tombos e Um Pulinho, de Claudio Fragata e estamos compartilhando o conhecimento. No dia 30 de maio faremos uma videoconferência com os alunos , professores dos três países, juntamente com o escritor. Também estou mantendo o blog Varal de Poesia onde publico poemas de alunos de escolas interessadas. O último tema abordado é a dengue. Essas são algumas das experiências que compartilho aqui. Mas se quiserem conhecer mais visitem a minha página http://arrobaeduc.terapad.com e meu blog-mãe http://blogosferamarli.blogspot.com que reúne links dos blogs citados e outros também, além de trazer assuntos para reflexão e debate no uso de tecnologias e educação. Ficarei feliz com as visitas. Ufa!!! Exagerei né? hehehe… Abraço!

  4. Olá Vanessa!
    Parabéns pelo vídeo e pelo teu trabalho dinâmico. Gosto muito do professor Moran, porque ele conhece perfeitamente a realidade dos professores nas escolas e também já passou pela experiência de ser um professor inovador, com todas as dificuldades que isso acarreta. Porém a alegria de ver os resultados sempre compensa o esforço para superar obstáculos. Eu tenho aplicado as tecnologias em sala de aula e depois delas encontrei sentido no que faço, pois posso contextualizar a aprendizagem com meus alunos. Em outras palavras, consegui levar meus alunos a ultrapassar os muros da escola, interagindo com o mundo. Fazemos trabalhos especialmente com blogs, interagindo com outros internautas, outras escolas, escritores das obras que lemos e analisamos. É muito bom fazer trabalhos colaborativos e aprender junto com os outros, conhecendo outras realidades ou percebendo pontos em comum mesmo em contextos geográficos diferentes. Através do uso dos blogs, produzimos e compartilhamos conhecimentos, exercitando a “autoria”. Tudo isso é possível porque eu como professora me inseri em comunidades virtuais e encontro parcerias de trabalho, com quem organizo projetos comuns. Um dos trabalhos mais significativos foi o blog Vidas Secas, da Ficção à Realidade. que iniciei em 2005 com a seca no Rio Grande do Sul. O projeto seguiu sempre abordando temas do cotidiano dos alunos, através de obras literárias. Agora o blog só mudou de nome, mas a proposta continua a mesma em Ficção Versus Realidade. No momento estamos lendo Machado de Assis. Fica o convite para que participem do projeto. Também estou envolvida no Projeto colaborativo VOO BPF(http://voobpf.blogspot.com) , com escolas de Portugal e França. Lemos o livro Seis Tombos e Um Pulinho, de Claudio Fragata e estamos compartilhando o conhecimento. No dia 30 de maio faremos uma videoconferência com os alunos , professores dos três países, juntamente com o escritor. Também estou mantendo o blog Varal de Poesia onde publico poemas de alunos de escolas interessadas. O último tema abordado é a dengue. Essas são algumas das experiências que compartilho aqui. Mas se quiserem conhecer mais visitem a minha página http://arrobaeduc.terapad.com e meu blog-mãe http://blogosferamarli.blogspot.com que reúne links dos blogs citados e outros também, além de trazer assuntos para reflexão e debate no uso de tecnologias e educação. Ficarei feliz com as visitas. Ufa!!! Exagerei né? hehehe… Abraço!

  5. Vanessa,
    Adorei seu blog!
    Peguei links, selecionei os vídeos e visitei suas dicas!
    Passarei sempre por aqui.
    Obrigada pela sua visita!
    Abraços!

  6. Oi Vanessa adorei o vídeo! Vamos mostrar para nossos alunos essa semana! Ok…parabéns!
    Os blogs vão……vc sabe!
    Grande beijo!

  7. Oi Vanessa!!!!
    Passei pelo teu Blog para espiar as notícias e me manter informada do que anda acontecendo por aí. E só tenho a dizer que teu trabalho é maravilhoso.
    Bjus

  8. PREZADOS, SOMOS ALUNAS DO 5º PERIODO DE PEDAGOGIA DA UFMG. TEMOS DISCUTIDO EM SALA A IMPORTÂNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS COMO RECURSO PEDAGOGICO.NÃO HÁ COMO NEGAR QUE A INTERNET, SOBRE TUDO AS REDES SOCIAIS , ESTÃO CADA VEZ MAIS PRESENTES NO COTIDIANO DE NOSSOS ALUNOS.
    NESTE INTUITO QUERIA COMPARTIRLHAR COM VOCÊS A NOSSA EXPERIÊNCIA

    É possível aprender pelas redes sociais online?

    Tema: Linguagem Cibernética

    Objetivos: Os perfis estabelecidos nestas redes estão diretamente relacionados as opções sócio-culturais de seus autores. É possível estabelecer uma relação entre perfil e linguagem? A partir desta indagação o aluno deverá levantar através da pesquisas em diferentes redes sociais: Orkut,Facebook,Twitter e MSN quais expressões de linguagens são utilizadas no processo comunicativo, quais as mais evidentes.È possível estabelecer uma relação entre o perfil e os diferentes tipos de linguagens dos interlocutores?

    Recursos: Pesquisar reportagens a respeito do assunto na internet , sobretudo nas redes sociais e blogs .

    Público Alvo: Adolescentes entre 13 e 17 anos.

    Avaliação: Deve se considerar no processo de avaliação :
    – A capacidade de articulação dos alunos sobre o tema proposto apresentadas por meio de um seminário. O professor deverá propor indagações de forma que os alunos consigam perceber quais os mecanismos negativos deste tipo de linguagem e como ela pode interferir na elaboração da escrita
    – A elaboração escrita da pesquisa deve se considerar: o desenvolvimento dos objetivos propostos, exemplificações sobre o assunto e a analise critica do aluno a respeito do tema pesquisado. Também deverá se avaliar sua capacidade de produzir um texto coeso, coerente, que tenha progressão e articulação das idéias e que respeite as normas ortográficas.

    Leandra Rezende
    Valqueli Braga

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